
Psicóloga clínica referência no Brasil em saúde mental de médicos, profissionais da saúde e pessoas que vivem sob alta exigência.
Com formação nas instituições mais rigorosas do Brasil e do mundo e especialização internacional em Terapia de Aceitação e Compromisso, minha prática é construída sobre um método que não trata sintoma: trata contexto, comportamento, história e o que a vida de cada pessoa está pedindo agora.

Viver sob pressão constante cria padrões rígidos que fazem a pessoa fugir do que sente, quando o caminho é aprender a atravessá-lo.
Médicos, residentes, estudantes de medicina e profissionais que operam sob alta exigência carregam um peso que se acumula em silêncio. A exaustão que não aparece nos exames. A sensação de que algo não fecha por dentro mesmo quando tudo funciona por fora. E a dificuldade de pedir ajuda quando sua identidade foi construída sobre ser quem resolve.

A Terapia de Aceitação e Compromisso olha para o ser humano inteiro (comportamento, contexto, história e valores) para desenvolver em você a flexibilidade psicológica que quem vive sob alta exigência mais precisa e menos desenvolve.
A ACT não pede que você elimine o que sente. Ela reorganiza a relação que você tem com o sofrimento, para que a dor, a dúvida e a exaustão deixem de comandar suas decisões. O movimento é preciso: de rigidez psicológica para maior flexibilidade, de reativo para consciente, de guiado pela dor para guiado pelos valores.
Quem está por trás do cuidado
Helen Maia é psicóloga clínica com formação na UNIFESP e HC-FMUSP, especialização internacional em Barcelona e co-fundadora do ACT na Sociedade. Minha trajetória aconteceu dentro do universo médico, não como observadora, mas como alguém presente nesse campo, com tudo que ele implica emocionalmente


Do outro lado, uma vida que não é comandada pela dor, mas pelos seus valores
Quem passa pelo processo desenvolve a capacidade de sentir o que é difícil sem ser dominado por isso. De tomar decisões com clareza. De sustentar o que importa mesmo quando tudo aperta.

O processo em palavras de quem já atravessou
"Redescobri o sentido de viver, e com ele, um olhar mais humano para a medicina e para mim mesmo.
Foi minha primeira experiência com terapia, aos 35 anos. Como médico, lido com a complexidade do ser humano todos os dias, patologias, finitude, questões que a nossa formação raramente nos prepara para enfrentar de verdade. A terapia com Helen me deu segurança diante desses questionamentos, e de tantos outros mais pessoais. Ela me forneceu ferramentas para entender e sentir essa complexidade de forma realista e autêntica. Hoje me vejo diferente, me relaciono diferente, no trabalho, no casamento, na família. Expandir o olhar, sem abrir mão dos meus valores, me fez redescobrir o sentido de viver."
— A., 35 anos · Radiologista
"Em 7 meses, evoluí mais do que em 20 anos de terapia com outros profissionais.
Estou há 7 meses em terapia com Helen e foi o processo mais transformador que já vivi. Ela transmite domínio e segurança desde a primeira sessão, e essa impressão só se confirma com o tempo. Ela cuida de mim, mas ao mesmo tempo me dá ferramentas para que eu cuide de mim mesma e seja a protagonista da minha própria vida. Caio, sim, mas sei me levantar sozinha. Estou perto de chegar lá, e aproveito cada minuto das nossas sessões."
— C., 47 anos · Advogada
"O estilo “durona” apenas esconde a grande profissional com sensibilidade (impar que é).
Não titubeio em afirmar que me deparei poucas vezes na vida com pessoas tão comprometidas e com tanto amor pela profissão."
— R., 42 · Advogado.
"Mesmo após a alta, lembro dos aprendizados, das conversas com a Helen — e me ajudam bastante até hoje.
O tratamento com a Helen foi excepcional durante a faculdade. Muito importante pra mim, principalmente nas questões de ansiedade, autocobrança e autoconhecimento. Sempre quando tem algum momento de dificuldade, consigo lembrar dessas conversas. A Helen conseguiu ajustar muito todas essas questões. Foi extraordinário. Tenho só a agradecer por todo esse processo que ajudou muito nesses últimos anos."
— J. · Generalista.
Se você também sente que nunca está pronto(a), senta aqui comigo
Cada vez que vou começar um projeto novo, é a mesma coisa: Preciso estudar mais, não estou a altura etc. E dessa vez não foi diferente. Ao receber uma lista de ideias alinhadas à minha formação, veio um desconforto abdominal, taquicardia, velhos sintomas da minha ansiedade. Esse post poderia ter o titulo "Medo de Não Estar à Altura: Quando a Responsabilidade Vira Paralisia e Como a ACT me Ajuda a Escrever Este Blog." mas ficaria muito formal e isso é a síndrome d(a) impostor(a), algo muito natural e comum no contexto competitivo em que vivemos. Então vamos lá, vamos destrinchar o que aconteceu aqui explicado pela ACT e como consegui continuar o projeto que é escrever meu primeiro texto para meu blog.
O pensamento que passou na minha cabeça e se instalou como uma verdade absoluta: Preciso estudar mais para estar à altura, isso se chama fusão cognitiva com a regra – TENHO QUE ESTAR 100% PRONTA para começar a escrever, segue outro pensamento, me colocaram muita responsabilidade”: esquiva experiencial, o desconforto da exposição me fez pensar em desistir, em sequencia vem mais um pensamento, não vou dar conta – um autoconceito rígido de identificação de não ser suficiente, algo que pertencia a meu antigo EU, mas como a mente não desaprende, esse padrão de pensamento volta. Entretanto, a atenção no momento presente, me permite perceber tudo que acontece, dentro e fora de mim e decidir o que fazer... e eu decido seguir meus valores. Compartilhar conhecimento, de forma ética, leve e que possa contribuir com outras pessoas. Não é fácil seguir os valores (ser a pessoa/profissional que gosto de ser), mas é o que nos permite ter uma vida significativa. Esse blog, apesar da pequena crise de síndrome da impostora, está feito com amor e por amor. Espero que vocês gostem e contribuam com perguntas, relatos ou apenas comentários se lhe ajudou de alguma forma. Obrigada por estar comigo nessa jornada.
Obrigada por estar lendo isso
Com amor,