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Psicóloga clínica referência no Brasil em saúde mental de médicos, profissionais da saúde e pessoas que vivem sob alta exigência.

Com formação nas instituições mais rigorosas do Brasil e do mundo e especialização internacional em Terapia de Aceitação e Compromisso, minha prática é construída sobre um método que não trata sintoma: trata contexto, comportamento, história e o que a vida de cada pessoa está pedindo agora.

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Viver sob pressão constante cria padrões rígidos que fazem a pessoa fugir do que sente, quando o caminho é aprender a atravessá-lo.

Médicos, residentes, estudantes de medicina e profissionais que operam sob alta exigência carregam um peso que se acumula em silêncio. A exaustão que não aparece nos exames. A sensação de que algo não fecha por dentro mesmo quando tudo funciona por fora. E a dificuldade de pedir ajuda quando sua identidade foi construída sobre ser quem resolve.

Representação de uma vida guiada por valores e não pelo sofrimento.
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A Terapia de Aceitação e Compromisso olha para o ser humano inteiro (comportamento, contexto, história e valores) para desenvolver em você a flexibilidade psicológica que quem vive sob alta exigência mais precisa e menos desenvolve.

A ACT não pede que você elimine o que sente. Ela reorganiza a relação que você tem com o sofrimento, para que a dor, a dúvida e a exaustão deixem de comandar suas decisões. O movimento é preciso: de rigidez psicológica para maior flexibilidade, de reativo para consciente, de guiado pela dor para guiado pelos valores.

Quem está por trás do cuidado

Helen Maia é psicóloga clínica com formação na UNIFESP e HC-FMUSP, especialização internacional em Barcelona e co-fundadora do ACT na Sociedade. Minha trajetória aconteceu dentro do universo médico,  não como observadora, mas como alguém presente nesse campo, com tudo que ele implica emocionalmente

Helen com a Primeira Edição do livro A Liberated Mind de Steven hayes
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Do outro lado, uma vida que não é comandada pela dor, mas pelos seus valores

Quem passa pelo processo desenvolve a capacidade de sentir o que é difícil sem ser dominado por isso. De tomar decisões com clareza. De sustentar o que importa mesmo quando tudo aperta.

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O processo em palavras de quem já atravessou

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"Redescobri o sentido de viver, e com ele, um olhar mais humano para a medicina e para mim mesmo.

 

Foi minha primeira experiência com terapia, aos 35 anos. Como médico, lido com a complexidade do ser humano todos os dias, patologias, finitude, questões que a nossa formação raramente nos prepara para enfrentar de verdade. A terapia com Helen me deu segurança diante desses questionamentos, e de tantos outros mais pessoais. Ela me forneceu ferramentas para entender e sentir essa complexidade de forma realista e autêntica. Hoje me vejo diferente, me relaciono diferente, no trabalho, no casamento, na família. Expandir o olhar, sem abrir mão dos meus valores, me fez redescobrir o sentido de viver."

— A., 35 anos · Radiologista

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"Em 7 meses, evoluí mais do que em 20 anos de terapia com outros profissionais.

Estou há 7 meses em terapia com Helen e foi o processo mais transformador que já vivi. Ela transmite domínio e segurança desde a primeira sessão, e essa impressão só se confirma com o tempo. Ela cuida de mim, mas ao mesmo tempo me dá ferramentas para que eu cuide de mim mesma e seja a protagonista da minha própria vida. Caio, sim, mas sei me levantar sozinha. Estou perto de chegar lá, e aproveito cada minuto das nossas sessões."

— C., 47 anos · Advogada

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"O estilo “durona” apenas esconde a grande profissional com sensibilidade (impar que é).

 

Não titubeio em afirmar que me deparei poucas vezes na vida com pessoas tão comprometidas e com tanto amor pela profissão."

 

— R., 42 · Advogado.

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"Mesmo após a alta, lembro dos aprendizados, das conversas com a Helen — e me ajudam bastante até hoje.

O tratamento com a Helen foi excepcional durante a faculdade. Muito importante pra mim, principalmente nas questões de ansiedade, autocobrança e autoconhecimento. Sempre quando tem algum momento de dificuldade, consigo lembrar dessas conversas. A Helen conseguiu ajustar muito todas essas questões. Foi extraordinário. Tenho só a agradecer por todo esse processo que ajudou muito nesses últimos anos."

— J. · Generalista.

O primeiro passo é uma conversa

A sessão de acolhimento é gratuita. É o espaço onde você traz o que está vivendo, entende como o processo funciona e avalia se faz sentido para você.

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Começamos

Se você também sente que nunca está pronto(a), senta aqui comigo

Cada vez que vou começar um projeto novo, é a mesma coisa: Preciso estudar mais, não estou a altura etc. E dessa vez não foi diferente. Ao receber uma lista de ideias alinhadas à minha formação, veio um desconforto abdominal, taquicardia, velhos sintomas da minha ansiedade. Esse post poderia ter o titulo "Medo de Não Estar à Altura: Quando a Responsabilidade Vira Paralisia e Como a ACT me Ajuda a Escrever Este Blog." mas ficaria muito formal e isso é a síndrome d(a) impostor(a), algo muito natural e comum no contexto competitivo em que vivemos. Então vamos lá, vamos destrinchar o que aconteceu aqui explicado pela ACT e como consegui continuar o projeto que é escrever meu primeiro texto para meu blog.

O pensamento que passou na minha cabeça e se instalou como uma verdade absoluta: Preciso estudar mais para estar à altura, isso se chama fusão cognitiva com a regra – TENHO QUE ESTAR 100% PRONTA para começar a escrever, segue outro pensamento, me colocaram muita responsabilidade”: esquiva experiencial, o desconforto da exposição me fez pensar em desistir, em sequencia vem mais um pensamento, não vou dar conta – um autoconceito rígido de identificação de não ser suficiente, algo que pertencia a meu antigo EU, mas como a mente não desaprende, esse padrão de pensamento volta. Entretanto, a atenção no momento presente, me permite perceber tudo que acontece, dentro e fora de mim e decidir o que fazer... e eu decido seguir meus valores. Compartilhar conhecimento, de forma ética, leve e que possa contribuir com outras pessoas. Não é fácil seguir os valores (ser a pessoa/profissional que gosto de ser), mas é o que nos permite ter uma vida significativa. Esse blog, apesar da pequena crise de síndrome da impostora, está feito com amor e por amor. Espero que vocês gostem e contribuam com perguntas, relatos ou apenas comentários se lhe ajudou de alguma forma. Obrigada por estar comigo nessa jornada.

Obrigada por estar lendo isso
Com amor,

Helen

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